Honje, neste exato momento, estou aqui sentada em frente ao meu not, que esteve doente...e eu mais ainda, pois esta tecnologia nos deixa mais dependente.Mas, entao.....me deu vontade de falar sobre a saudade que
nossos amigos nos deixam, por vários motivos, claro, trabalho, viagens...,saudade do meu trabalho, de ensi
nar aquilo que gosto e que sei...pois conhecimento não se guarda....passa-se adiante,pois sempre tem quem
goste de aprender e conhecer algo novo.Frustada?Um pouquinho,pois cheguei a conclusao de que existem
pessoas que passam por cima de certos valores, para ganharem um lugar em qualquer outro lugar...enten
dem? Mas tenho certeza que o que é de melhor está reservado para mim....Tenho certeza que estas pessoas
não são felizes o suficiente,para fazerem a felicidade dos seus semelhantes...Mas tenho consciencia de que
sou uma pessoa inteligente,amada e aprendi aos poucos a perdoas as inconsequencias dos invejosos,daque
les que gostariam de ser talvez, igual a eu.....comunicativa, inteligente, experiente, com sabedoria o bastante para conquistar sempre novos amigos....me perdoem o desabafo....um bjo a todos voces que me entendem
Voce viu a chuva de ontem à tarde?
ResponderExcluirEla me fez pensar...
Na minha vida e na sua.
Ontem foi mais um belo dia de verão, decorado de luz, calor, cores...
Borboletas vadiavam por entre flores de todos os matizes e passarinhos cantarolavam, rasgando os ares.
Mas, de repente, nuvens escuras borraram o azul do céu e grossos pingos dágua surgiram dispostos a encerrar o espetáculo da Natureza em festa.
O ar se fez abafado, o sol se perdeu nas nuvens, as flores desbotaram na sombra, as borboletas se esconderam...
Mas, curiosamente, estranhamente, notei que os passarinhos, refugiados nas copas das árvores, continuavam cantando!
Quantas vezes, diante dos obstáculos naturais da existência,
nós nos estendemos em longas lamentações
ou num desânimo inútil e nocivo?...
Ou nos perdemos a maldizer a vida,
a reclamar da sorte, a condenar a Deus?...
Abafamos o calor do nosso sorriso num semblante marcado, triste, destrutivo e auto-piedoso.
Esquecemos entre as nuvens o sol da esperança, desbotando a própria personalidade nas sombras egoístas do
Por que comigo?
Quando deveríamos entender que estamos na vida para vivê-la, fruindo suas alegrias, mas também passando por seus tropeços.
Passando por eles, não estacionando neles!
Bom seria que encarássemos a vida como as aves: percebendo os seus obstáculos como chuvas de verão!
Entendendo que, mesmo escondido entre nuvens espessas, o sol radioso - esperança de dias melhores - continua a brilhar, inatingível!
E que, mesmo que a chuva abençoada das privações nos impeça, por hora, os passeios habituais, convidando-nos à viagem para dentro de nós próprios, mais tarde tudo se modifica, o sol volta a reluzir, as borboletas ressurgem e a vida nos chama a vôos mais altos!
Saibamos então cantar nos momentos chuvosos
como nas tardes ensolaradas...
Aprendamos que dificuldade é aprendizado, sofrimento é prova e
dor é oportunidade de crescimento...
Depende de nós!
Cantemos à vida, sempre !
bjss amiga